domingo, 4 de dezembro de 2011

Por quê?

 



Por quê? Por que... A vida existe? Sei lá! Sei eu... Que eu existo.
Sim eu estou vivo. Aleluia... Aleluia! Aleluia na casa do meu senhor mundo...
Há! Mundão seu imundo mundo. Mas é lindo viver sofrer chorar sofrer amar sofrer para viver. Não! Quero morrer

Por quê? Morrer...  Nasci para viver... A morte não! Não sou um morto vivo.
Não sou um vivo morto. Sou um átomo sou o que crê no desconhecido... Não matarei. Não tomarei o ato após um dia...

Por quê? Após outro dia a noite existe... Na madrugada a lua preenche o vazio da nostalgia, a alma preenche o desejo ardente de um corpo carente em meus poros declaram no amargo ardente momento

Por quê? Preenche o momento... Um momento crescente uma crença que a felicidade em algum momento ela se faz presente. No tempo as lembranças dos momentos trago do passado lembranças de quem nos lembras
  
  
Por quê? Trago-me o presente. A minha tortura  aos meus sinistros momentos se fazem saudades mas o transcender me faz em minha fonte o gosto das colonizações de minhas qual idades permitirei a me a minha eternidade e permanecerei aturado aos que Surgirem  na memória.

Por quê? Historia do qual presente no estágio nostálgico da saudade do que nos envelhece + Quem não sente saudade... Do que é o sentir no perde a tua referência: È como o dia que nasce! Eu acabei de nascer...

Por quê? Um pensamento nos leva o vazio... Por não ter a existência... O passado a falta do que não me faz; O amanha se só tenho o hoje para viver.     
  
Por quê? Rações renunciaram as coisas do mundo.  
Amo a vida.
Alguém pode me responder por que eu existo... + Andes porque você existe.

Rita Barro