quarta-feira, 21 de novembro de 2012

ESCULTURA _ RITA RUSSO

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ESCULTURA EM BARRO
ARTISTA PLASTICA - RITA RUSSO
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ARTISTA PLASTICA - RITA RUSSO
                                     
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BARRO TORNEADO 
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                                                                   BIJUTERIA - CERÂMICA\
                                                                  ARTISTA PLASTICA

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 PEÇAS CERÂMICA -   BIJUTERIA





                 








                                                                        



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ANSEIOS

 
        
Mente pensamentos solidão
Criação reflexos  desejosos
A carne de tua alma
Em minhas mãos descrevo
A solidão que afaga no meu só
O grito  pulsante ao gozo   
No sexo  o namoro
o eu de meu corpo
 desliza os meus dedos
No  clitóris O êxtase do ejacular   de meus anseios  
                                                                   

sábado, 28 de janeiro de 2012

3'D da escrita - 02



Será no que será
O destino
O que é
É palavra introduzida
De um sábio neurótico
Lunático sócio morfinismo
Por uma profecia religiosa

Sabes lá se o sábio é o net
Se o sábio é contemporâneo
Da tecnologia acústica
Que nos destina  não mente
Um chip
na revolução de utensílios  

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

3'D da Escrita



Quando tempo pode se caminhar
Fotografia - Rita Barro 
No tempo o que nos vale
Quando vale o sonho
Perde-se em frações de pensamentos
 No fica de um. ...
Uma ação nasce
 Um novo trajeto
 Na questão do amor o compromisso.
+ o que tens de valor para outro universo
Do que um dia ao nascer
 Nasce junto a sua rejeição
 A sentença o retorno um ciclo ou destino...
A onde nos leva o perdão?
 O confessionário do meu bel prazer
Ao olhar alheios
 Aos ajoelhados desejos da carne
 Oprimidos castigos
 Pago por seu pecado
 Suposto sagrado código penal
Que o ser se propõe
Em sua espada.
O seu Deus a sua sentença.            
 Rita Barr



                                                                            
Não! Sou...
Não! Tenho...
Sou... Sou!
O que... Tenho
Não sou rotulo
Não sou vitrine
Não sou embrulho
Não sou umbigo
Não sou periférico intelectual
Não Sou periferia de Hollywood
não sou negro cor
Não sou não sou sexo
Não sou religião
Não sou rebelde
Não sou tão pouco etc.
Não sou...
Não tenho o que nada tens.
Sou o que tenho
O que nada tenho...
Sou o nascer
Sou um átomo
Sou o momento ato
Sou o êxtase do jorrar entre milhões
Sou viajante na cápsula do ventre
Não sou nada,
Não sou Imigrante  da divindade  Santa Sociedade
O que tenho... É o que Sou... A Sobrevivente do coevo da classe.
                                                                           Rita Barro         

  



Tua minha filosofia
Combina-nos
Palavra referencia
Traduzida  na troca do olhar
Para nos falar não a boca
No olhar a nos conduzir
A metáfora de nossas gotas
Rita Barro                                                                                           


Um pouco  de história
Do que a vida  vincula  a nos sentar
 Sem entender o que o sonho
 Na ilusão nos faz viver
Um medo misturado com desejo
Desejo inconsciente
 Faz-nos ser mutantes em sua espada
 + no decorre dos seus sonhos
 Avoca-nos no orgulho
No  que a dor desconhecidos  dos meus anseios  
                                              
-----Rita Barro------------------------------------------------------------


Por muitos caminhos
Um só rosto
 + que rosto
 Meu rosto
   
Encontrei um rosto
 Não era meu rosto
Quantos rostos defronte me
 No meio da multidão
Que não era meu rosto
Que rosto era
 Quem sabe o que era
Talvez em outra era
 O rosto que não era

 Rita Barro 


 -------------------------------------------    
O cansaço bate
A ilusão se perde
A solidão faz morada
Lembrança rostos trago
Saudade da ilusão
A dor da solidão
A desilusão transcende
Em um só coração
        
Fora da multidão um rosto
Encontro na solidão
Vejo rosto procura
Um rosto
Uma voz me grita
O medo apavora-me
O medo do meu...
De não ver meu rosto

O rosto
Não é poético
Não é filosófico
É o perfil
Transcendente do seu rosto
No silencio é o meu...
Rosto que você grita
Rita Barro




A palavra que não me grita
 A que não nos fala
Em minha carência no que me cala
No calor cáustico de minha solidão
Nos fantasmas eróticos na madrugada
O vazio de meu seio meu leite materno
O ventre que não Artêmis o Deus o que não choras
Em teus seios a mãe gentil  
O olhar a em face de lagrimas que nos molha
No suar do dilúculo o galo canta
No aquecer de meus lençóis
No envolver de meus braços abraços
 o gozo no jorra do orgasmo no delírio
 Em minha em face de faceta da dor
 No choro enxugo-me no lenço
O sorriso de meu momento
O Feudalismo ao meu reino social
 No silencio o Álibi
Na carência o coxim    
Rita Barro



O tempo passa
Um passado que fica na infância da qual me deleito
Quando criança de nada sabia de sonhos vivia coloridos de fantasia.

Da terra brincava
Os meus bichos criava cheio de alegria
De nada temia a felicidade existia.

Minha mãe me chamava de minha filha querida.
No mundo que eu vivia era feliz e não sabia.
Por um passado esquecido hoje há meninos perdidos sem sonhos para ser vividos

RITA BARRO